As origens do politicamente correto

Tradução do texto de Bill Lind

De onde vem todas essas mentiras que escutamos todos os dias – o vitimismo feminista, o movimento dos direitos dos homossexuais, as estatísticas inventadas, a história reescrita, as mentiras, as demandas, todo o resto – de onde isso vem? Pela primeira vez na nossa história os americanos (e também brasileiros) têm de ter medo do que dizem, do que escrevem e pensam. Aquele medo de usar a palavra errada, uma palavra que pode ser denunciada como ofensiva ou insensível, ou racista, sexista ou homofóbica.

Vimos outros países (Brasil), especialmente neste século, onde isso vem costumeiramente acontecendo. Olhamos com um misto de piedade e diversão, porque nos parece realmente estranho que as pessoas tenham medo das próprias palavras. No presente, temos esta situação no país, principalmente nos campus universitários, contudo, isso vem se espalhando por toda a sociedade.

O nome disso é “politicamente correto” e se originou como uma espécie de piada em uma história de quadrinhos, mas no momento essa brincadeira parece estar ficando séria, na verdade, muito séria, sendo a grande doença do nosso século, a doença que já deixou dezenas de milhões de pessoas mortas na Europa, na Rússia, na China e em todo o mundo. É a doença da ideologia. P.C. não é humor. P.C. é muito sério.

Se olharmos para isso de forma analítica e histórica, rapidamente descobriremos exatamente o que é. O politicamente correto é o marxismo cultural. É o marxismo transportado do econômico para a cultura. É um esforço que remonta não aos anos de 1960 com os hippies, mas lá atrás, na Primeira Guerra Mundial. Se compararmos os princípios básicos do politicamente correto com o marxismo clássico os paralelos são muito óbvios.

Primeiramente ambos são ideologias totalitárias. A natureza totalitária do Politicamente Correto está clara dentro das universidades, muitos, dos quais, neste momento, são pequenos campos de concentração norte-coreanos, onde o aluno ou faculdade que se atreve a discordar de qualquer uma das linhas de raciocínio criadas por feministas ou ativistas dos direitos dos homossexuais, talvez grupos de negros ou hispânicos, ou qualquer outras “vítimas da sociedade”, rapidamente encontrar-se-a em apuros judicial. Dentro do pequeno sistema legal da faculdade, enfrentarão acusações formais e punições. Se olharmos agora para o futuro do politicamente correto veremos isso em toda a nação.

Na verdade, todas as ideologias são totalitárias, porque a essência de uma ideologia é desenvolver um tipo de pensamento e dizer com base nesta filosofia que certas coisas devem ser verdadeiras – exemplo toda a história da nossa cultura é a história da opressão das mulheres. Como a realidade contradiz isso, então devemos proibir a realidade. Deve tornar-se proibido reconhecer a realidade de nossa história. As pessoas devem ser obrigados a viver uma mentira, e uma vez que muitas pessoas são naturalmente relutantes em viver de uma mentira, em pouco tempo dirão “Espere um minuto. Isso não é verdade.”, consequentemente o poder do Estado deve proteger a demanda da mentira. É por isso que a ideologia, invariavelmente, cria um estado totalitário.

Em segundo lugar, o Marxismo Cultural do Politicamente Correto, assim como no Marxismo Econômico, tem um fator de explicação único da história. Marxismo Econômico diz que toda a história é determinada pela propriedade dos meios de produção. Marxismo Cultural ou Politicamente Correto, diz que toda a história é determinada pelo poder, pelo qual os grupos definidos em termos de raça, sexo, etc., têm poder sobre os outros grupos. Nada mais importa. Toda a literatura, na verdade, é sobre isso. Tudo no passado esse único pensamento.

Em terceiro lugar, assim como em certos grupos do marxismo econômico clássico, ou seja, trabalhadores e camponeses, são ótimas pessoas a priori, e outros grupos, os proprietários burgueses de capital são maus, no marxismo cultural do Politicamente Correto certos grupos são bons – as mulheres feministas, (apenas as mulheres feministas, as mulheres não-feministas não são consideradas), negros, hispânicos, homossexuais. Estes grupos são determinados “vítimas”, e, portanto, automaticamente bons, independentemente do que qualquer um deles faz. Da mesma forma, os homens brancos são determinados automaticamente do mal, tornando-se, assim, o equivalente da burguesia no marxismo econômico.

Em quarto lugar, tanto o marxismo econômico quanto o cultural dependem de expropriação. Quando os marxistas clássicos, os famosos comunistas, tomaram o poder em países como na Rússia, uma das primeiras medidas foi expropriar a burguesia. Da mesma forma, quando os marxistas culturais assumiram os campus universitários, também expropriaram através de medidas como as cotas para admissões. Quando é negado a um aluno branco com qualificações superiores a admissão em uma faculdade em favor de um negro ou hispânico que não é tão bem qualificados, o estudante branco é desapropriado. E, de fato, a ação afirmativa, em toda a nossa sociedade contemporânea, é um sistema de expropriação. Empresas de brancos não conseguem um certo contrato porque o contrato está reservado para uma empresa de propriedade de hispânicos ou mulheres. Assim, a expropriação é uma ferramenta de princípio para ambas as formas de marxismo.

E, finalmente, ambos têm um método de análise que dá automaticamente as respostas a tudo o que eles querem. Para o marxista clássico é a economia marxista. Para o marxista cultural, é a desconstrução. Desconstrução, essencialmente, é pegar um texto qualquer, remover todo o significado e inserir um novo conforme os desejos. Assim, encontramos, por exemplo, que toda a obra de Shakespeare é sobre a repressão das mulheres, ou a Bíblia é realmente sobre raça e gênero. Todos estes textos simplesmente tornam-se combustível para essa usina, pois, finalmente comprovam a tese marxista de que “toda a história é sobre quais grupos têm poder sobre outros grupos.” Então, os paralelos são muito evidentes entre o marxismo clássico, o qual estamos familiarizados, como na antiga União Soviética, e o marxismo cultural, que vemos hoje na figura do politicamente correto.

Os paralelos não são meros acidentes. Os paralelos não surgiram do nada. O fato é que o politicamente correto tem uma história que é muito maior, uma história que nos leva a Primeira Guerra Mundial, como muitas outras doenças que estão hoje em nossa sociedade e levando a nossa cultura para o buraco.

A teoria marxista disse que quando a grande guerra se iniciasse (1914) a classe operária em toda a Europa iria se levantar e derrubar os governos – os governos burgueses – porque os trabalhadores tinham mais em comum uns com os outros do que com fronteiras nacionais que por sua vez estavam ligadas com a burguesia e a classe dominante do país. Bem, 1914 chegou e isso não aconteceu. Em toda a Europa, os trabalhadores reuniram-se para o seu pavilhão e marcharam para lutar entre si. O Kaiser se aliou aos líderes do Partido Social Democrata marxista da Alemanha e disse que não há partes agora, existem apenas alemães. Isso voltou a acontecer em todos os países da Europa. Algo na teoria estava errado.

Marxistas pensavam, por definição, que o problema não podia ser a teoria. Em 1917, eles finalmente conseguiram um golpe marxista na Rússia, o que fez parecer que a teoria estava trabalhando, mas parou novamente. Ela não se espalhou e quando foram feitas tentativas de espalhar imediatamente após a guerra, com o levante Espartaquista em Berlim, com o governo Bela Kun na Hungria, com a Munich Soviética, os trabalhadores simplesmente não apoiaram. Assim, os marxistas tinham um problema sério. Dois teóricos marxistas começaram a trabalhar nisso: Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukacs na Hungria. Gramsci disse que os trabalhadores nunca veriam seus interesses de classe verdadeiros, conforme definido pelo marxismo, até que sejam libertados da cultura ocidental, e, especialmente do cristianismo – pois estão cegos pela cultura e religião e não enxergam seus interesses de classe verdadeiros. Lukacs, que foi considerado o teórico marxista mais brilhante, já que o próprio Marx, disse, em 1919, “Quem irá nos salvar da civilização ocidental?” Ele também teorizou que o grande obstáculo à criação do paraíso marxista era a cultura: a própria civilização ocidental.

Lukacs tem a chance de colocar suas ideias em prática, porque quando o governo bolchevique de Bela Kun é estabelecido na Hungria, em 1919, ele se torna vice-comissário de cultura, e a primeira coisa que ele fez foi introduzir a educação sexual nas escolas húngaras. Isso fez com que os trabalhadores não apoiassem o governo Bela Kun. Contudo no início do século passado Lukacs já tinha descoberto o que hoje ainda surpreende muitas pessoas que consideram tudo isso como a “última coisa”.

Em 1923, na Alemanha, um think-tank foi estabelecido, assumindo o papel de traduzir o marxismo de termos econômicos para termos culturais, o que criou o politicamente correto como conhecemos hoje. Isto acontece porque o jovem filho muito rico de um comerciante alemão milionário com o nome de Felix Weil, tornara-se um marxista com muito dinheiro para gastar. Ele vivia perturbado pelas divisões entre os marxistas, então decidiu patrocinar algo chamado a Primeira Semana de Trabalho Marxista, traz Lukacs e muitos pensadores alemães marxistas que ficam juntos por uma semana, trabalhando sobre as diferenças do marxismo. Foi dito: “O que precisamos é de uma think-tank“. Washington está cheia de think tanks hoje em dia e pensamos neles como algo muito moderno.

Esse grupo então planeja uma estratégia diferente: construir um instituto associado com a Universidade de Frankfurt. Finalmente, fundado em 1923, foi originalmente conhecido como Instituto para o marxismo. As pessoas por trás desse instituto decidiram, de início, que não era uma vantagem ser abertamente identificada como marxista. A última coisa que o politicamente correto quer é que as pessoas descubram a verdade, que isso é uma forma de marxismo, então decidiram chamá-la de Instituto de Pesquisa Social.

Segundo Martin Jay, autor de um livro sobre a Escola de Frankfurt,Weil sempre foi muito claro sobre seus objetivos. Em 1917, escreveu Martin Jay, como o Instituto de Pesquisa Social logo torna-se-ia conhecido informalmente, Weil disse: “Eu quero que o instituto se torne conhecido, famoso, devido às suas contribuições ao marxismo.” Bem, parece que ele foi bem sucedido. O primeiro diretor do Instituto, Carl Grunberg, um economista austríaco, concluiu seu discurso de abertura, de acordo com Martin Jay, “declarando claramente sua lealdade pessoal ao marxismo como uma metodologia científica.” O marxismo, segundo ele, seria o princípio dominante no Instituto e isso nunca mudou. O trabalho inicial do Instituto era bastante convencional, mas em 1930 adquiriu um novo diretor chamado Max Horkheimer e a visão de Horkheimer era muito diferente, sendo que ele representava a pura rebeldia marxista. As pessoas que criaram a Escola de Frankfurt são marxistas renegados. Apesar de serem marxistas em pensamento, estavam efetivamente correndo para fora do partido. Isso chamou a atenção de Moscou: “Não são como a gente, então, não vamos abençoar isso.” A heresia inicial de Horkheimer é que ele estava muito interessado em Freud, e a chave para fazer a tradução do marxismo de termos econômicos para termos culturais é, essencialmente, o que ele combinou com o freudismo. Mais uma vez, Martin Jay escreve: “Pode-se dizer que, nos primeiros anos de sua história, o Instituto preocupou-se principalmente com uma análise da sub-estrutura sócio-econômica da sociedade burguesa” – saliento que o autor Martin Jay é muito simpático a Escola de Frankfurt, não estou usando como fonte uma crítica – “nos anos a partir de 1930 os seus interesses primários estavam em sua superestrutura cultural. Na verdade, a fórmula tradicional marxista sobre a relação entre os dois foi posta em causa pela Teoria Crítica”.

As coisas que tenho ouvido – o feminismo radical, departamentos de estudos das mulheres, os departamentos de estudos gays, os departamentos de estudos negros – são, absolutamente, ramos da Teoria Crítica. O que a Escola de Frankfurt fez essencialmente foi recorrer a Marx e Freud na década de 1930 para criar esta teoria chamada de Teoria Crítica. O termo é engenhoso porque nos leva a perguntar: “Qual é a teoria?”. A teoria é criticar. A teoria é que o caminho para trazer abaixo a cultura ocidental, de ordem capitalista, não estabelecer uma alternativa, eles explicitamente se recusam a fazer isso. Dizem que não pode ser feito, que não podemos imaginar como uma sociedade “livre” seria (definição deles de uma sociedade livre), pois estamos vivendo sob repressão – a repressão de uma ordem capitalista econômica que cria (em sua teoria) a condição freudiana que descreve indivíduos em repressão. A Teoria Crítica é sobre simplesmente criticar, chamando-nos para a crítica mais destrutiva possível, de todas as formas possíveis, projetando trazer decadência a ordem atual. Quando ouvimos das feministas que toda a sociedade foi montada apenas para reprimir as mulheres, esse tipo de fala é um derivado da Teoria Crítica e isso foi criado a partir de 1930 e não dos de 1960.

Outros membros importantes dessa época são Theodore Adorno, Erich Fromm e Herbert Marcuse. Fromm e Marcuse introduziram um elemento central ao politicamente correto: o sexual. E, particularmente, Marcuse, que em seus próprios escritos chama-nos para uma sociedade de “perversidade polimorfa”, sendo sua definição do futuro do mundo que deseja criar. Marcuse, na década de 1930, estava escrevendo textos radicais sobre a necessidade de liberação sexual, tudo através do Instituto. Vemos, novamente, que os temas do politicamente correto, advém, mais uma vez dos anos 30. Na visão de Fromm, masculinidade e feminilidade não eram reflexos de diferenças sexuais “essenciais”, como os românticos haviam pensado. Foram determinadas pelas diferenças de funções de vida, que foram, em parte, socialmente determinadas: “Sexo é uma construção; diferenças sexuais são uma construção”.

Outro exemplo é a ênfase que no presente se dá ao ambientalismo. “Materialismo, já em Hobbes, tinha conduzido a uma atitude dominante manipuladora para com a natureza.” Isso foi Horkhemier que escreveu em 1933 na obra Materialismus und Moral. “O tema da dominação do homem sobre a natureza”, de acordo com Jay, “estava a tornar-se uma preocupação central da Escola de Frankfurt nos anos seguintes. O antagonismo de Horkheimer à fetichização do trabalho, (esse trecho prova que partiam da ortodoxia marxista ) expressa uma outra dimensão do seu materialismo, uma demanda para o ser humano, a felicidade sensual. Em um dos seus ensaios mais incisivos, O Egoísmo e o Movimento para a Emancipação, escrito em 1936, Horkeimer discutiu a hostilidade à gratificação pessoal inerente à cultura burguesa e ele se referiu especificamente ao Marquês de Sade, favoravelmente, por seu protesto … contra o ascetismo em nome de uma moral mais elevada.”

Como essas ideias inundaram nosso país? Como conseguiram influenciar nossas universidades e nossas vidas nos dia hoje? Os membros da Escola de Frankfurt eram marxistas e alguns judeus. Em 1933, os nazistas chegaram ao poder na Alemanha e não é surpreendente que eles encerraram as pesquisa do Instituto de Pesquisa Social. Seus membros fugiram para a cidade de Nova York, onde o Instituto foi restabelecido em 1933 com a ajuda da Universidade de Columbia. Os membros do Instituto gradualmente mudaram o foco da teoria crítica durante os anos 1930, da crítica destrutiva sobre a sociedade alemã para a sociedade americana. Há uma outra transição muito importante quando a guerra se inicia. Alguns deles vão trabalhar para o governo, incluindo Herbert Marcuse, que se tornou uma figura chave na OSS (o predecessor da CIA), e, alguns, incluindo Horkheimer e Adorno, vão para Hollywood.

Estas origens do politicamente correto provavelmente não significam muito para nós hoje, exceto por dois eventos subsequentes. O primeiro foi a rebelião estudantil em meados dos anos 1960, que foi impulsionada, em grande parte, pela resistência a Guerra do Vietnã. Os estudantes rebeldes precisavam de uma desculpa, pois não podiam simplesmente chegar lá e dizer ‘não vamos a guerra’, obrigatoriamente tinha que existir alguma explicação teórica por trás do movimento, pouquíssimos estavam interessados em vasculhar Das Kapital. No marxismo clássico e econômico não existe luz e a maioria dos radicais dos anos 60 conheciam pouco o assunto. Felizmente para eles, e infelizmente para o nosso país hoje – não só para as universidade -, Herbert Marcuse permaneceu nos Estados Unidos quando a Escola de Frankfurt se mudou novamente para sua cidade natal no pós-guerra. O Sr. Adorno, na Alemanha, está consternado com a rebelião estudantil – quando os estudantes rebeldes entram na sala de aula de Adorno, o mesmo chama a polícia. Herbert Marcuse, que permaneceu aqui na América, viu a rebelião dos anos 60 como uma grande oportunidade, o momento certo de apresentar o trabalho da Escola de Frankfurt e torná-lo a teoria da New Left nos Estados Unidos.

Um dos livros mais importantes de Marcuse foi praticamente a bíblia dos rebeldes estudantis dos anos 60: Eros e a Civilização. Marcuse argumenta que sob uma ordem capitalista (ele minimiza a sua pesada carga marxista, colocando A investigação filosófica do pensamento de Freud como subtítulo), a repressão é a essência dessa ordem, nela surge a pessoa que Freud definiu com todas as as neuroses, porque seus instintos sexuais são reprimidos. Podemos imaginar um futuro em que a ordem opressiva foi destruída, em que se liberta libido, um mundo de “perversidade polimorfa”, no qual você pode “fazer o que quiser.” E, a propósito, que nesse mundo não haverá mais trabalho, só jogos. Que mensagem maravilhosa para os radicais de meados dos anos 60! Eles são estudantes, eles são os “baby-boomers” (O termo em inglês “Baby Boomer” pode ser traduzido livremente para o português como “explosão de bebês”, fenômeno social ocorrido nos Estados unidos no final da Segunda Guerra), cresceram sem preocupações, exceto, eventualmente, ter de conseguir um emprego. Aqui está um “cara” escrevendo de forma que podemos facilmente seguir. Ele não nos obriga a ler um monte de marxismo pesado e nos diz tudo o que queremos ouvir, que é essencialmente, “Faça o que quiser”, “É tão bom fazê-lo” e “Você não precisa trabalhar”. By the way, Marcuse também é o homem que cria a frase: Faça amor, não guerra. Voltando para a situação que as pessoas enfrentam no campus, Marcuse define como “tolerância libertadora” a intolerância para qualquer coisa que vem da direita e tolerância para qualquer coisa que vem da esquerda. Marcuse entrou para a Escola de Frankfurt em 1932 (se bem me lembro).

A América hoje (Brasil também) está nos estertores da maior e mais terrível transformação da sua história. Estamos nos tornando um Estado Ideológico, um país com uma ideologia oficial de Estado e imposta pelo poder do Estado. Nos “crimes de ódio” agora temos pessoas que são condenadas a cadeia por seus pensamentos políticos. O Congresso agora está se movendo para expandir essa categoria de prisões. A ação afirmativa é parte dela. O terror contra qualquer um que divergir do politicamente correto no campus faz parte disso também. Exatamente o que vimos acontecer na Rússia, na Alemanha, na Itália, na China, e agora aqui. Não estamos reconhecendo isso pois chamamos de politicamente correto. Minha mensagem hoje não é engraçada, isso está crescendo e acabará por destruir, uma vez que procura destruir, tudo o que nós já definimos como liberdade e cultura.

Fonte: http://www.academia.org/the-origins-of-political-correctness/

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